Sobre a "orkutização" do Whatsapp.

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Um dia, alguém teve a bela ideia de permitir que pessoas criassem grupos para manter contato com a família, amigos, colegas, extraterrestres...até aí, tudo bem.

Esse fulano só esqueceu de criar junto um "manual de conduta" para os usuários do tal serviço.
Já pensou que talvez a sua tia, uma senhora de 70 e poucos anos, pode não ter achado a menor graça na piada suja que você mandou para o seu primo de 17, que, assim como sua tia, pertence ao grupo "Família" ?

Ou já imaginou que suas amigas podem não estar interessadas no seu "look do dia", ou no que você está comendo?

Gente, rede social não é "terra de ninguém". Não é porque você pode mostrar tudo o que faz, o que come, o que veste, que você deve fazer isso.

Não estou dizendo que isso é certo, ou errado, mas é a velha história do "tudo tem hora e lugar". Se o grupo incentiva e apóia esse tipo de conduta, ótimo! Continue!

Mas, ainda acho que se você  tem algo pra dizer a alguém, deve falar diretamente com a pessoa, né?

Afinal, por mais atraente e interessante que você possa parecer, acredite: nem todo mundo quer saber das suas desilusões amorosas, de suas dívidas, de seus problemas familiares.

Bom senso, por favor!

Beijobeijo


Indira Lima

Musicograma: disco novo do Jeneci

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Lendo o título vocês devem pensar até que eu sou íntima do rapaz, chamando assim, como quem conhece bem. Acontece que, quando alguém divide contigo algo sublime, especialmente a música, é impossível não se sentir ligado, próximo, quase que confidente. É o caso.

Marcelo Jeneci é um moço que faz música de encher os olhos, o coração e é especialista em fazer a gente se sentir flutuando, pisando em nuvens, sem tirar os pés do chão. Começou tocando sanfona com Chico César, outro moço que eu gosto de paixão. É um compositor de primeira, coloca verdade no que diz e por isso toca tanta gente. E pra tanta gente.

Em 2010 lançou seu primeiro disco, o Feito Para Acabar, que embalou muitas das minhas esperas, lembranças, noites frias, sábados dançantes, todos os momentos. A poesia encantada que ele exala só pode ser um testemunho de Deus, como quem diz: presente pra vocês, meus filhos.

E aí que ele lançou um disco novo, o De Graça, que, como eu já podia esperar, é outra obra de arte da música. E é literalmente de graça, porque está disponível para ser ouvido em streaming no seu site oficial. Me cativou de cara, achei o disco bem acima da média e acredito que o Marcelo faz parte de uma nova geração que vem fincando raízes sólidas no cenário musical, da qual também fazem parte, por exemplo, os músicos Cícero, Ana Cañas e Tiê.

Acredito que esse segundo disco é só uma prévia do potencial desse rapaz e destaco quase todas as músicas (gostei mesmo, gente!). Não deixem de ouvir "O melhor da vida", "Um de nós", "Pra gente se desprender", "Alento" e "A vida é bélica". 

É assim que a gente inicia 2014: com música boa pra ouvir. Então corram lá: Marcelo Jeneci, De Graça.

Au revoir,

Lari

Troque sua babá por um tablet.

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A tecnologia invadiu nossas vidas, e isso é fato. Passamos o dia inteiro conectados, recebendo milhares de informações (muitas delas inúteis), e ficamos ligados a pessoas de todos os cantos do mundo (apesar de, muitas vezes, não sabermos os nomes dos nossos vizinhos).

O avanço tecnológico trouxe mais comodidade para as nossas vidas, mas ,ao mesmo tempo, tem nos tornado quase incapazes de realizar atividades que antes pareciam simples, como escrever à mão ou olhar nos olhos das pessoas durante uma conversa, prestando atenção ao que é dito.

Mas, eu não vim aqui para demonizar a tecnologia ( quem faz esse tipo de coisa, deveria ser condenado a morar numa caverna escura pra sempre), nem venho questionar a importância dela.

Minha pergunta é: Quando estamos prontos para a exposição aos tais estímulos tecnológicos? 

Devo confessar que tal dúvida surgiu quando eu vi um dos novos produtos da Fisher Price : O "Apptivity Seat". Basicamente, é uma cadeira de bebê com suporte para iPad.


O que mais me deixou chocada, é que o tal produto foi desenvolvido para recém- nascidos.

Não precisa ser especialista no desenvolvimento infantil para saber que o cérebro dessas criaturinhas está em formação e precisa ser estimulado e esse tipo de estímulo não me parece "correto", ou melhor, suficiente.

Minha mãe me contou que ,quando eu era bebê, me levava pra andar descalça na areia, me deixava rasgar páginas de revistas , colocava diferentes tipos de música pra eu ouvir, diferentes sabores, pra eu provar, permitia que eu interagisse com outras crianças...e , perto disso, uma cadeira com uma telinha me parece, no mínimo, idiotizante.

Não estou dizendo que fui criada da maneira perfeita, até porque não sei se isso existe, só acho que usar a tecnologia como única fonte de estímulo é muito pouco.

Já ouvi diversos discursos de mães dizendo que os filhos tem limite de horário para usar o computador ou tablet, mas isso nem sempre funciona.

Na prática, é mais ou menos assim: A mãe tem um milhão de coisas pra fazer, e, para que o filho não "atrapalhe", e fique "quietinho" , ela entrega o bendito tablet. Funciona, e ela agradece à "Santa Tecnologia" por essa babá gratuita.

Na hora em que ela se lembra de tomar o tablet, o menino se joga no chão e abre o berreiro. Como fazer parar?? Simples! Entrega o tablet novamente pro pirralho.

Não sei o quanto esse comportamento pode vir a prejudicar as próximas gerações.Deixo isso para os pesquisadores da área.

Na verdade, vou cruzar os dedos para que eu esteja errada, e que tanto tecnologia na infância, faça deles grandes gênios, capazes de descobrir a cura para o câncer e mais meia dúzia de doenças,né?

E você? O que acha?

Beijobeijo

Indira Lima

DIY: potinho da gratidão

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Uma das mais belas e nobres virtudes do ser humano é a gratidão. Ser grato à vida, às pessoas e ao universo é uma capacidade que transcende qualquer tentativa de explicação racional. Nos meus estudos sobre o budismo, pude perceber o quanto o sentimento de gratidão é importante para nos tornar melhores, o quanto nos ajuda a reconhecer o óbvio: somos seres ligados, dependemos uns dos outros, dependemos da natureza e, portanto, devemos ser gratos a tudo que nos cerca.

Ser grato está em sorrir para as pessoas, em dizer obrigado ao empacotador do supermercado, em retribuir o carinho que alguém nutre por você, em reclamar menos e observar com mais atenção as dádivas que nos são entregues todos os dias pelo universo.

É por isso que hoje eu vim sugerir uma dinâmica super interessante, aproveitando o ensejo do ano novo que se inicia (e falando nisso, que ele seja incrível para todos vocês, leitores!) e a vontade renovada de mudar, cultuar novos hábitos e posturas: trata-se do potinho da gratidão. É muito simples de fazer e mais ainda de perceber os resultados.

Vocês vão precisar de: um potinho, lata ou recipiente qualquer, papel e caneta. A dinâmica consiste em escrever, diariamente, um motivo pelo qual você é grato. Pode ser agradecer porque o clima foi mais ameno, porque o trânsito estava livre, porque alguém especial ligou pra você, porque recebeu colo de mãe, enfim. Motivos com certeza não faltarão, o importante é observar. No final de um ano, ou mesmo de um mês, um semestre (fica a critério de cada um), é preciso abrir os papeizinhos e lê-los um a um. Eles vão evidenciar as pequenas alegrias que se amontoam diante de nós todos os dias, e para as quais, geralmente, ficamos cegos.

Isso vai ajudar a compreender o que nos faz felizes, o que podemos evitar, a quem e ao quê devemos estar atentos, enfim. Nos auxilia a ampliar a visão daquilo que é impactante em nossas vidas e mostra que a felicidade não é um bicho que se esconde tão bem assim. Ela é calminha e também está nas pequenas coisas.

Colocando a criatividade em ação, dá até para aproveitar a dinâmica e fazer o mesmo com os sentimentos ruins, só que ao invés de ler os papéis no final, seria interessante queimá-los, pra simbolizar o fim daquilo que não acrescenta em nada ao que nós somos e não nos faz melhores.

Pra entrar no clima, começo agradecendo por estar de volta, fazendo algo que eu amo: escrever. E mais ainda: escrever num espaço aconchegante, dividido com uma grande amiga e com assuntos que a gente adora falar.

Por fim, fiz uma foto do meu potinho da gratidão. Admito que ficou bem simples, não aprimorei muito a estética dele, mas acho que o principal já foi feito: implantar a ideia.


ADENDO: pessoal, para evitar qualquer equívoco quanto à autoria, gostaria de complementar dizendo que a ideia da dinâmica não partiu de mim, mas de alguém com o olhar muito apurado para a vida e que, infelizmente, diga-se de passagem, eu não conheço. Apenas implementei a ideia e resolvi compartilhar porque achei interessante, afinal,  esse tipo de coisa merece projeção.

Boa sorte para quem gostou da ideia e resolveu aderir. Me mandem foto dos potinhos de vocês e voltem para relatar a experiência. Um beijo,

Lari

1 livro e 1 milhão de possibilidades: Wreck this journal!

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Olá, amigos!

Faz um tempinho que não posto nenhuma dica de livro aqui no blog, até porque não tenho lido muita coisa interessante (os livros da faculdade tomam todo o meu tempo).Mas, as férias chegaram e com elas chegou também minha tão esperada encomenda: O livro "Wreck this journal", da canadense Keri Smith.

O livro, que chegou ao Brasil com o titulo "Destrua este Diário", é uma espécie de livro de atividades, tipo aqueles que os pais dão às crianças pra elas pararem de "encher o saco" nas férias, mas, com uma grande diferença: As atividades são, no mínimo, "inusitadas".

A ideia da autora é fazer com que cada leitor possa tirar o máximo do livro, experimentar sensações diferentes, e libertar a criatividade, sem a preocupação de manter o livro bonitinho ou de manter suas roupas limpas durante o "processo de criação" (isso será impossível).

Ainda não terminei o livro ( confesso que ainda não criei coragem pra completar certas páginas), mas tenho me divertido bastante.

Pra vocês terem uma ideia das possibilidades:







Espero que tenham gostado!
Pra quem quer ver mais, há uma série de vídeos no Youtube e  tem um Tumblr só dedicado a isso. Clica aqui.

Beijobeijo

Indira Lima






2013 #Banalizou

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Olá, queridos leitores!
Passei um tempo sumida, mas cá estou novamente.

O post de hoje é especial.Fiz uma retrospectiva de do que foi "modinha" no ano de 2013.Segue a lista:

    
Claro que não são uma invenção dos anos 2000, mas depois que a Anitta colocou esse tipo de tiara na cabeça, elas acabaram virando febre entre as adolescentes.

  
  Já falei aqui no blog antes que essas calças só me fazem lembrar de uma coisa: "Beetlejuice! Beetlejuice!Beetlejuice!" Assistimos uma verdadeira overdose de listras em 2013, mas parece que elas deram uma trégua.


Confesso que no começo eu até achava esses shorts de renda bonitinhos, mas com a ascensão da coisa, parece que eles começaram a ser produzidos em larga escala com todo tipo de material e acabaram ficando bem feios, tipo "capa de botijão" mesmo.


Ironia é ver gente de 13, 14 anos vestindo isso. Gente, nessa idade eu tomava, no máximo, coquetel sem álcool.Vou aguardar o lançamento da versão "Dolly" dessas camisas, porque cerveja e whisky são "too mainstream".

 
 Só digo uma coisa: Acrescente alho e uma estaca e tenha uma boa caça, Buffy!


 Cup song está para 2013 assim como "Ragatanga" estava para 2003 (é acho que foi por aí). Depois do filme "The Pitch Perfect", adolescentes de todo o mundo começaram a batucar seus copinhos e cantar a música do filme e compartilhar suas performances pelo youtube.


 Os anos 80 estão de volta. Toda essa coisa de "geração saúde", academias lotadas e blábláblá....(desculpa, tenho preguiça disso).Enfin, a zumba veio ,com todo o seu swing e promessas de queima de calorias, e parece que foi pra ficar. Mas, não veio sozinha.Tenho certeza que, pelo menos, 74% das vezes que você ouviu a palavra "zumba", ela veio acompanhada da palavra "shake". É tipo o "combo do sucesso", né?


Eu não poderia deixar passar em branco as manifestações que ocorreram por todo país ano passado, e que culminaram num crescimento extraordinário das lojas de R$1, 99, graças às vendas de máscaras do Guy Fawkes, apesar de boa parte dos consumidores não saberem nem a diferença entre ele e o Jigsaw, e acharem que os dois saíram do mesmo filme.



E aí? Vocês lembram de mais alguma "modinha" de 2013? Escrevam aí!


Beijobeijo

Indira Lima

A menina que engolia palavras.

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Ela sempre falou bastante,
Com medo de que, num átimo, sua vida virasse lembrança,
E não tivesse tempo de dizer às pessoas tudo o que precisava.
Mas foi advertida de que não se pode ser assim.
Palavras criam expectativas, têm força, unem os homens ou fazem a guerra entre eles.
E foi com medo da expectativa, da força e da guerra, que ela decidiu calar-se.
Começou a engolir suas palavras compulsivamente,
Cresceu, inchou, quase sufocou, até que...
Um dia, sem mais espaço, as palavras transbordaram pelos seus olhos,
Até criar um pequeno lago,

Onde a menina decidiu que iria criar suas próximas palavras como peixes, 
pra não mais ter que engolí-las.





Indira Lima

Sobre tentar ser feliz ainda hoje.

  • 4





Felicidade pra algumas pessoas, é que nem primo distante: Você até sabe que existe, mas raramente encontra, e até esquece dele.

A minha felicidade,ao contrário, eu quis transformar em bicho de estimação,daqueles que a gente cria bem perto, e deixa até bagunçar um pouquinho as nossas coisas ou subir na cama de vez em quando.

Minha felicidade eu tento alimentar todo dia, pra vê-la crescer.

Tem gente que não entende como uma pessoa tão atarefada como eu ainda arranja tempo pra essa tal de felicidade.

Alguns dizem que não tem tempo pra se dedicar a isso, outros colocam a culpa no tamanho do apartamento, dizem que felicidade toma muito espaço, e outros ainda tem alergia a ela.

Mas, minha felicidade é diferente.

É um bichinho vira-lata, que exige muito pouco de mim, procura sempre um cantinho pra se aninhar na minha vida.

Há dias em que a felicidade dá muito trabalho. Revira a casa inteira, arranha os móveis, coloca nossa vida de cabeça pra baixo.Aí começo a pensar que foi um erro esse negócio de querer criar felicidade, que não dou conta.

No dia seguinte, chego em casa exausta depois de um dia difícil, e a felicidade se joga nos meus braços e , sem me pedir nada em troca, faz o dia valer a pena.

 Já me disseram pra trocar minha felicidade por um bichinho que desse menos trabalho, que fizesse menos barulho, talvez uma "satisfação" ou um "filhote de tranquilidade", mas eu não consigo.

Vou continuar criando minha felicidade em casa, e se você não consegue lidar com ela, nem precisa aparecer por lá, porque não sei colocar coleira nela.



Beijobeijo


Indira Lima


Praticando a lei do desapego.

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Quem nunca ouviu a famosa frase "O ciúme é o tempero do amor?"

Se você já ouviu, e de certo modo concorda, é sinal de que temos algo em comum, ou pelo menos tínhamos.

Mergulhada em uma das minhas leituras mais recentes, "A cama na varanda", de Regina Navarro (super recomendo!), me deparei com as seguintes questões:

" Mas porque o ciúme é aceito como parte do amor? Por que se defende sua presença numa relação amorosa, mesmo sabendo que o preço pago é tão alto?"

Pensei, pensei e a única "resposta" que consegui imaginar foi: Ué! O ciúme mostra que a pessoa está interessada em nós, tem medo de nos perder.Um pouquinho só não faz mal,né?

Bom, segundo a autora, não é assim que a banda toca.

O ciúme tem muito mais a ver com dependência do que com o amor, e a raiz desse sentimento tão comum está na nossa infância.

É mais ou desse jeito: O bebê busca paz, aconchego e proteção no contato físico com outra pessoa, e quando, por um instante ele sente-se sozinho, chora até que alguém o pegue no colo e o  acalente.
Aí a criança vai crescendo, e a tendência é que essa dependência diminua, mas ela se vê frequentemente ameaçada de perder esse amor, o que significaria sua morte, e por isso se torna controladora,possessiva e ciumenta, desejando a mãe só para si.

Segundo Regina, o que a maioria das pessoas faz, quando adultas, é transferir esse sentimento para o parceiro (a).
Deixamos de ser dependentes de nossos pais, e passamos a ser dependentes de uma outra pessoa.
Não suportamos a ideia de sermos abandonados, ou trocados por outra pessoa e ainda queremos que o parceiro (a) "adivinhe" aquilo que estamos sentindo ou desejando, e que ele esteja sempre pronto a resolver isso, assim como a mãe que deve perceber de imediato se o bebê chora de fome, de frio ou de dor.

E desse modo, vamos achando que é normal controlar os passos, a vida do outro. 

Mas como pode ser normal  querer "ser dono" do outro? É saudável ser dependente de alguém desse modo? Acho que não.

Também não concordo que já nascemos assim e que assim morreremos. Como vimos, isso tem a ver com a educação que recebemos desde bebês, mas como não temos poder sobre nosso passado, o livro ainda nos aponta outro caminho: Manter a autoestima elevada:

"Quem tem a autoestima elevada se considera interessante e com muitos atrativos não supõe que será trocado com facilidade, e , se a relação terminar, sabe que vai sentir saudade , vai ficar triste, mas também vai continuar vivendo sem desmoronar."

Como vimos,aprender a "desapegar" é algo prático e que só depende de nós mesmos.

Não estou dizendo que isso se dá da noite para o dia.É um exercício diário.E digo isso com a propriedade de alguém que vem tentando praticar esse exercício.

Não é fácil, tem horas que dá vontade de desistir e dizer: "Mundo, me aceite assim, ciumenta e possessiva!!",mas aí a gente lê até mesmo aquelas frases de livro de auto-ajuda baratos, do tipo "Você é a pessoa mais importante da sua vida.",e esse esforço para "mudar", volta a fazer sentido.

É bom para o outro, mas é melhor ainda para nós mesmos.

Espero que vocês também decidam fazer parte desse "movimento"!

Beijobeijo

Indira Lima


 








Para baixar agora: Superplayer.

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Olá,amiguinhos!



Nos últimos dias tenho passado a maior parte do tempo me dedicando ao "dolce far niente" que só o período de férias pode proporcionar , mas também tenho aproveitado meu tempo pra descobrir coisas legais na internet, e a melhor descoberta da semana foi o "Superplayer".

Esse aplicativo disponível para Android é ideal para quem gosta de descobrir músicas novas mas não tem muito tempo para ficar procurando.

Bonito e super prático, dá pra escolher o que ouvir de várias formas.

Você pode selecionar por gênero, por exemplo, indo de "funk proibidão" a "música erudita".

Pode ainda selecionar por atividade, clicando em opções como "Treinando pesado", "Arrumando a casa" e até mesmo "Impressionando amigos hipsters".

Não achou isso suficientemente impressionante? Que tal escolher o que ouvir na sessão "Sentimento"? Tem música pra quem está "apaixonado", "desiludido", "agressivo" e, pasmem, pra quem está "aloka!" também!

Por fim,  pode ainda ouvir as melhores do cinema, as melhores dos anos 60, 70 , 80 e 90 e outras trocentas listas.

A maior diferença entre esse player e a maioria dos outros que conheço, é que nesse a escolha das músicas de cada categoria é muito precisa, porque não são os usuários que fazem essa classificação usando "tags", ela é feita antes por um especialista.Ou seja,  você não corre o risco de clicar em "Músicas animadas" e ouvir Jorge Vercilo, por exemplo.

Pra sentir o gostinho sem precisa baixar, clique aqui.

Espero que gostem!

Beijobeijo

Indira Lima